sábado, 28 de janeiro de 2012

Dark Soul Capítulo VIII : Decisions

Tazuya e as outras raposas voltam para seu clã cabisbaixos pela vergonhosa situação pela qual passaram um pouco antes de sua chegada. Philgrim logo percebeu que elas não apresentavam estar satisfeitas e quando Tazuya notou, ele se aproximou e tentou disfarçar sua expressão negativa, mas usou um tom de provocação e disse:
- Da próxima vez, eu escolho quem vai lutar comigo...
- Como disse?!
- Suas decisões sempre dão errado! Será que você não enxerga isso?! Deixe-me tomar as decisões, antes que falhe - irritado, Philgrim arranha o rosto de Tazuya, o puxa pelo pescoço com a boca e o joga com toda a força contra uma árvore, partindo-a ao meio. Possesso, Tazuya revida, mordendo fortemente o pescoço de seu oponente e arranhando seu rosto, mas este logo é tomado pela sua fúria e cospe fogo no rosto de Tazuya. Desesperado, ele recua seus passos e foge, enquanto Philgrim ria dele:
- Covarde! Nem precisa voltar... E vocês, fracassados?! Tão olhando o quê? Melhor recuarem antes que eu cuspa fogo em todos vocês - então todos obedeceram e fugiram.


Alguns minutos depois de ficar correndo, Tazuya se senta perto de um imenso carvalho. Por sua surpresa, seu irmão gêmeo apareceu em forma de tigre, cambaleante e ofegante, e num tom desnorteado, ele falou:
- T-Tazuya... Vamos voltar para o m-mundo humano, por favor. Eu não aguento mais sofrer desse jeito... E você... Eu vim para te resgatar!
- Veio, mas deu errado. Pena, não é? Eu expulso o Dark Soul do seu corpo se for ao mundo humano sem mim.
- Mas... Passei meses...
- Não importa! Eu não vou voltar! Não entendeu?!
- Então está bem... Apenas... -antes que seu irmão completasse a frase, Tazuya fechou seus olhos e proferiu uma frase:
- Por nossa deusa, Koimi, deixe esta alma inocente, antes que seja castigado. Permaneça longe das almas boas e pague por este erro - o Dark Soul que permanecera saiu do corpo do tigre à sua frente de modo rápido, mas doloroso e violento, que chegou a ferir o peito da criatura, fazendo-a gemer de dor - Acalme-se, isso vai passar logo, irmãozinho. A ferida vai se curar sozinha, agora vá até o lago Sadness. Nunca mais volte aqui. NUNCA - e seu irmão obedeceu a ordem, a medida em que a ferida se curava e a dor passava, ele andava vagarosamente em direção ao lago - Menos um no meu caminho... Pelo menos assim eu posso continuar com meu plano. Nem mesmo o falecido pai de Philgrim seria páreo para o poder que estarei prestes a conquistar.


Algumas horas após o incidente, Basil acorda e se depara com seus companheiros, preocupados com o próprio. Datsou sorriu e disse:
- Ei, Basil Adormecida. Você está bem? Sabe que um dia você vai ter que aprender a controlar isso, não é?
- S-sim - Basil se levantou devagar.
- Você pode treinar agora? - perguntou Yachi.
- Sim!
- Isso mesmo, garoto! Tenha determinação... Ela pode te salvar.
Todos ficam de pé e acompanham Yachi até o local de treino. Ao chegar lá, Datsou deu um pequeno empurrão com o ombro em Basil, sorriu para seu amigo e lhe disse:
- Relaxa um pouco, cara! Tem o direito de ficar tenso, mas não precisa ser assim o tempo todo.
- Tem razão... Valeu, Datsou.
- Disponha - Yachi interrompe a conversa e olha para Basil.
- Vamos logo, é sério, garoto. Agora vou te ajudar com as lutas. Datsou, treine com ele.
- Pode deixar, não vou te machucar... Não muito. Melhor se ligar, Basil.
- V-você falando desse jeito... Mas eu me ligo, sim. - Basil assentiu levemente com a cabeça, enquanto tomava uma distância segura para o combate.
- Eu sou o oponente. Vou primeiro! - Datsou parte para cima, querendo avançar no pescoço de Basil, mas este se esquiva e tenta uma investida, porém ela falha e Datsou se aproveita para empurrar Basil com as patas traseiras contra uma pedra.
- Ai! D-Datsou...
- Mandei você se ligar! As raposas atacam assim. Se preocupe com as caudas, depois você parte pra ofensiva... Levante.
- T-tá - Basil se levanta e finge atacar pelo lado direito, fazendo Datsou vacilar por um breve momento, mas o suficiente para o inexperiente puxá-lo pela cauda com a boca e derrubá-lo - E aí, fiz certo?
- Isso aí, cara! Jogue como elas jogam.
- Fez bem, garoto, mas só isso não é o bastante - diz Yachi, um tanto satisfeito ao ver que Basil está indo bem.
- Eu sei, eu sei... - Após Basil falar, todos ouvem um rosnado e sabiam que não veio de um tigre. Era Kaddy, que se aproximava com uma expressão intimidadora e a passos curtos. 
- Espero que esteja pronto, Basil - disse Kaddy, desafiando-o a lutar.
- Não - disse Datsou, se colocando na frente de Basil.
- É melhor você ir embora, caso contrário sua vida estará em risco - Zutch ameaçou, mas Kaddy o respondeu com uma risada irônica.
- Está insinuando que esse pirralho pode ter chances contra mim?
- Não - disse Datsou - somos quatro e não teremos piedade.
- Trapaceiros!
Kaddy rosnou e foi embora devagar, sem dar as costas até não conseguir mais vê-los.

Continua...

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Strawberries with Chocolat - Parte 1

Pessoas, esta é uma fanfic dedicada à minha assistente, Nagi-chan. Espero que gostem. A outr parte dessa fic vai ter uma parte meio "Crepúsculo", mas não foi exatamente baseado no livro/filme [até porque eu não gosto dele], ficou parecido. Enfim, beijos beijos.
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Era uma bela tarde de verão, o céu estava limpo e claro, e o Sol brilhava intensamente. Em uma vila pouco habitada e de belíssimas casas com 2 andares e piscina, viviam boas pessoas. Entre elas, um rapaz bonito, alto, forte, branco, de cabelos negros azulados e espetados mais para o lado direito e de olhos verdes-esmeralda, chamado Datsou.
Ele tem 21 anos e faz faculdade. Ultimamente, ele se sente um pouco diferente, anda mais feliz do que de costume e em sua mente soam músicas suaves. Estava apaixonado e sabia por quem: Candy Develone. Ela tem apenas 15 anos, 1.57m de altura, pele morena-clara, cabelos longos e castanhos, como seus olhos, que escorriam até os ombros.
Eles não podiam se ver constantemente, mas quando passavam um tempo juntos, sempre era maravilhoso, divertido e que acabou despertando um sentimento maior do que se imaginava. Pelo menos, era o que Datsou pensava. Ele decidiu ligar para ela nesta tarde e chama-la para passar uma tarde com ele, a fim de que pudesse lhe contar o que o deixava tão confuso, mas ao mesmo tempo, o deixava vislumbrado:
- Alô?
- O-oi! É o Datsou, t-tudo bem? – disse-lhe um pouco envergonhado e nervoso.
- Tudo! E aí, por que está me ligando?
- E-eu queria saber... Se você pode vir aqui a-amanhã à tarde, sei lá, umas 14h...
- Posso sim, mas por que está falando desse jeito? Tá com medo de mim?
- Que?! D-de você? – ele ficou mais sem jeito ainda para continuar a falar, enquanto ouvia Candy rindo da situação.
- Relaxa, era brincadeira! Está certo, eu irei sim. Até amanhã!
- Até... – ela desligou. Ele sentiu seu coração pulsar tão forte que parecia que ia sair de seu peito, mas Datsou não pôde conter e tudo o que podia fazer era rir e pensar no dia seguinte.
Na manhã seguinte, Datsou foi ao mercado perto de sua casa para comprar algumas frutas, chocolates e refrigerantes. Eis que ele se depara com a sua fruta favorita: morango. Ele pegou vários morangos e pensou em comê-los com chocolate derretido quando Candy chegasse, pois ele adorava comer morangos com chocolate e ela também. Quando chegou em casa, ele preparou a mesa com um prato raso e grande, cheio de morangos e um outro prato mais fundo com o chocolate. Logo depois, ele tomou um demorado banho, almoçou e esperou um tanto impaciente pela chegada de sua amada.
Uma hora e meia depois, ele ouviu batidas na porta e logo ficou nervoso. Ele respirou fundo e abriu a porta bem devagar... Era ela. Estava vestida de modo tão simples, como sempre, meio como rockeira, mas para ele, ela estava perfeita. Ela sorriu e o cumprimentou:
- Oi, Sou-kun! Cheguei atrasada? – depois da pergunta, ela entrou na casa com um sorriso amigo, como sempre fizera.
- Ah não não, de jeito nenhum – disse Datsou um pouco envergonhado. Ao fechar a porta, ele abraçou Candy e depois beijou sua testa. Ela ficou corada e tentou esconder, dizendo-lhe:
- Então... O que vamos fazer hoje?
- O que você quiser. V-você quer comer alguma coisa? Tem morangos e chocolate derretido ali na mesa... – Datsou colocou uma das mãos atrás da cabeça e olhou um pouco para baixo.
- Tá falando sério? Eu quero! – Candy correu para a cozinha e Datsou correu atrás dela.
Ao chegar na cozinha, Candy ficou encantada com amesa que Datsou havia preparado e logo pegou um morango, mergulhou no chocolate e deu uma bela mordida. Datsou logo falou:
- Nunca comeu morango com chocolate na vida? – ele logo fez o mesmo que a amiga, enquanto a fitava.
- É que isso é muito bom, cara... – ela respondeu de boca cheia e depois começou a rir – E você que logo no primeiro morango já melou o nariz?
- É sério? Mas logo o nariz? Ah, depois eu limpo – e então seguiram os minutos se deliciando dos morangos. Até que só restou um e Datsou o pegou, fez uma cara séria e disse:
- É meu!
- Ah não, eu sou visita. É méu! – Candy tentou tomar de Datsou o morango, e quando o fez, ela tentou colocar na boca de uma vez, mas ele pegou de volta. Então ele a afastou com a mão delicadamente e falou:
- Calma. Eu vou mergulhar no chocolate, uma parte é minha e a outra parte é sua, tá? Você fica com a primeira mordida. Tome – ele mergulhou o morango e o  entregou à Candy. Quando ela colocou o morango na boca, ela não o mordeu, apenas deixou uma parte de fora. Datsou, achando a atitude estranha, perguntou – Ué, não quer mais? – ela acenou com a cabeça que não e aproximou um pouco seu rosto ao dele. Na hora, Datsou ficou encabulado e logo corou, mas depois de alguns segundos, ele mordeu a parte que estava de fora. Candy mordeu ao mesmo tempo que ele, encostando seus lábios aos dele.  Ela logo se afastou do rosto dele e sorriu de canto:
- Estava bom, né?
- ... É, estava sim.

Continua.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Dark Soul - Capítulo VII: Power

 Um pouco antes de amanhecer, Yachi cutucou Basil para levantar-se e sussurrou:
- Acorde. Hora de treinarmos, mas iremos a outro lugar. Afastado de todos e mais calmo.
- Mas não posso nem me despedir do Datsou?
- Não, seu mariquinha. Levanta. – Yachi começou a andar na direção sudeste e Basil logo se levantou para acompanhá-lo. Eles andavam por dentro da floresta Walker em passos um tanto rápidos, mas de uma forma que não se cansassem facilmente, sendo assim Basil poderia olhar detalhadamente toda a floresta e ainda ouvir o doce som da cachoeira Heiwana Tamashi.
Algumas horas depois de caminhada, o sol estava quase a pino e Basil estava se sentindo cansado e com muita dor de cabeça, mas Yachi não teve dó e começou o treino assim que chegaram ao monte Meru, que dava uma vista ampla de toda a Dark Dimension:
- Vamos lá, garoto, não foi tão cansativo assim... – Yachi disse com ironia.
- Ah, velho desgraçado... – sussurrou.
- COMO DISSE?!?
- Desgraçado de bom! ÉÉÉ! V-você é... O cara. Sim, você é o cara. – reponde Basil, com medo. Porém, mesmo assim não escapou de uma boa surra na nuca, que lhe deu um belo galo roxo e latejante. A dor era tanta que Basil chorou, tanto de raiva quanto de dor. Decidiu se sentar um pouco afastado de Yachi, mas de frente para ele, para que ouvisse o que tinha a dizer:
- Garoto, você precisa prestar muita atenção na minha explicação. Depois eu lhe treinarei fisicamente, mas é bom saber que essas raposas são ágeis, traiçoeiras, miseráveis... E que com certeza, não vão facilitar pra você, principalmente os Dark Souls do clã mais forte de todos os outros. Mesmo que, em minha opinião, a geração mais nova esteja mais fraca, mantenha o foco...
- Sim, continue...
- Bem, sabe aquelas caudas a mais? São as chamadas Heikou Ten, pontos de equilíbrio. Cada cauda é responsável pelo equilíbrio da alma, dos atributos e da mente. Da mente porque se não houver equilíbrio mental, um Dark Soul se torna tão vulnerável quanto ter atributos desequilibrados. A primeira coisa que tem de fazer ao dar de cara com um Dark Soul tipo raposa de 3 caudas é atacar o Heikou Ten da mente.
- Poxa, eu nunca imaginaria algo assim. Mas quantas aulas assim eu terei?
- Só hoje que vou te explicar por meio de palavras, mas não tem muito que falar, afinal de contas, é hora do almoço.
- M-mas nós acabamos de começar...
- O caminho foi longo e você estava conhecendo a floresta... E eu quero comer.
Basil fez expressão de irritado e Yachi o retribuiu intimidando-o, o que fez com ele ficasse quieto em relação a isso.
Foram ao lago que havia entre a floresta e o monte e enquanto pescavam, ouviram passos e sentiram presenças malignas à espreita.
- Q-q-q-quem...? – Basil foi interrompido por uma cotovelada de Yachi que olhava atenciosamente as moitas e não demonstrava medo algum, ao contrário dele. Aproximadamente quinze raposas saíram de repente e atacaram, sob o comando de Tazuya, o óbvio alvo: Basil.
- GWAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHH! – Basil gritou e Yachi o defendeu, pulando a sua frente e rugindo, fazendo algumas recuarem. Porém, a raposa mais experiente tirou Yachi do caminho com uma mordida surpresa em seu pescoço, fazendo-o desmaiar à beira do lago. Basil agora estava sozinho, não sabia como se defender e estava encurralado. As raposas mais jovens revezavam golpes em Basil e se divertiam com o sofrimento do mesmo, que tentava se defender com os braços. Ele caiu no chão, muito machucado, e uma raposa malhada iria disferir um último golpe, para que por fim, matasse o pobre garoto. Porém, Tazuya o impediu gritando a suas costas e se aproximando.
- Seu idiota! Eu disse que Phil o queria vivo! Quantas vezes eu expliquei que se matá-lo o Dark Soul sairá do seu corpo e irá a outro lugar?! Você iria colocar tudo a perder, seu inútil!
Tazuya cuspia insultos à outra raposa, que havia se virado de frente para o comandante, e esta ouvia de cabeça baixa enquanto os outros se divertiam ainda mais com a advertência tomada pelo “amigo”. Basil começa a se levantar cambaleante, de cabeça baixa, sem dizer uma palavra sequer. Levanta rapidamente sua cabeça e algumas raposas estranham a cor de seus olhos alaranjados e de repente, solta um rugido feroz fazendo todos olharem e se assustarem. Eis que ele começa a ficar mais forte, grunhindo estranhamente. Não durou dois segundos e Basil havia se tornado um tigre maior do que antes, e dessa vez, completamente possuído pelo Dark Soul enfurecido.
Num movimento rápido, com uma forte patada, Basil tira a raposa malhada trêmula do caminho facilmente e luta ávido com as outras, esquecendo Tazuya.
- Esse é o Dark Soul? – Tazuya estava impressionado com a beleza e ferocidade do animal e também queria sua posse. Enquanto via seus “companheiros” sendo massacrados por Basil, caminhava de ré para fugir sem que ninguém percebesse, porém ele esbarrou em algo e quando se virou teve uma surpresa não agradável.
- Olá, me chamo Datsou e você não vai fugir.
Tazuya parecia sem saída quando uma pedra da luta de Basil voou na cabeça de Datsou e o fez cair dando assim a chance que ele – e as outras raposas - precisavam para fugir.
- Basil, seu desgraçado! Você me atacou! – Gritou de dor, mesmo sabendo que não havia sido proposital e Basil caiu no chão, desmaiado pela força do Dark Soul, então Datsou correu para socorrer seu amigo e Yachi.
Antes de partir, Tazuya falou com um tom frio e intimidador:
- Nós voltaremos. Prepare-se, pois isso é só o começo do seu pior pesadelo!


Continua...

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Dark Soul - Capítulo VI: Unexpected

Ao retornarem da caça, Datsou e Basil voltaram ao coração da floresta Boukyaku, enquanto Zutch foi buscar alguém para auxiliar Basil em seu treinamento. Basil pergunta:
- Datsou...  Quantas pessoas te ajudaram no treinamento?
- Ah... Muitas pessoas me ajudaram no treinamento, mas nas batalhas... Eu tive de mostrar todo o meu poder, até porque estava lutando contra um Dark Soul que estava dentro de mim, então ninguém podia me ajudar. – Basil suspirou e fez careta. Datsou sorriu da expressão dele e perguntou:
- Algo te preocupa?
- Sim, mas a careta foi por causa do gosto da carne crua. Não sou acostumado com isso. Erc! – Basil fez careta novamente e Datsou sorriu e disse:
- Sabe que eu vou te ajudar, não é? Não se preocupe tanto, vai dar certo, os Dark Souls têm péssimos planos...
Algumas horas depois, Zutch retorna acompanhado de um urso panda que era um pouco mais alto do que ele e demonstrava curiosidade em conhecer o garoto de que ele tanto falava:
- Basil, quero que você conheça Yachi, o seu mestre.
- Olá, garoto. Prazer em conhecê-lo, Basil, eu serei seu mestre daqui em diante – Basil afirmou com a cabeça e respondeu:
- Prazer em conhecê-lo também. Quando o treinamento começa? – perguntou Basil com determinação e Yachi sorriu de canto, demonstrando um pouco de orgulho pelo seu pupilo e responde:
- Amanhã bem cedo. Como já está escurecendo e minha visão noturna é fraquíssima, melhor começarmos  amanhã.
- Meu mestre não tem visão noturna? Logo um urso? Ah, meu Deus, eu vou morrer... -  disse Basil com tom de gozação e Yachi ficou furioso e disse:
- Respeite-me, seu pirralho inútil! Eu sou seu mestre, querendo ou não e eu posso te mostrar até o inferno se continuar assim!
- E-Eu estava só b-brincando – disse Basil intimidado por Yachi. Datsou não conseguia parar de rir e Zutch demonstrou reprovação por parte de Basil e sacudiu a cabeça dizendo:
- Esses jovens de hoje em dia...
Enquanto isso, Philgrim manda Tazuya procurar por Kaddy, mostrando-se enfurecido e impaciente para terminar logo com esse incômodo e seguir em frente com o plano. Assim que escureceu, Tazuya retornou arfando e decepcionado dizendo:
- Phil, eu não encontrei o Kaddy em lugar nenhum... Procurei por todas as florestas e lagos, e nada dele.
- Se ele for pro mundo humano, não vai ser boa coisa... Que filho imbecil! Tsc.
- Talvez ele tenha se matado por sua causa... Pena, eu queria tê-lo matado.
- Eu tenho certeza que ele não fez isso. Mas seria ótimo se isso fosse real.
- E agora? O que vamos fazer? Se não acharmos o Kaddy, não podemos fazer nada.
- Podemos sim... Teremos de chamar outras raposas para continuarmos o plano e trazer o Dark Soul até mim, antes que seja tarde. Se Kaddy achar as outras raposas, ele vai saber que fui eu que as mandei e vai acabar matando-as se for preciso. Fique em alerta, em um raio de 40m de distância das outras e caso a coisa ficar feia, mate o Kaddy.
- Com todo o prazer, Phil.
- E amanhã, ao entardecer mandaremos um pequeno bando atrás de Basil. Só espero que Kaddy não faça nada, eu já estou querendo tomar uma atitude precipitada...
- Sim, é o que farei.
 
Continua...

 

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Dark Soul: Capítulo V - Best Memories


Mais um dia se passou. Depois de 3 dias inconsciente, Basil acorda com muita dor pelo corpo. Datsou se aproximou dele gritando de surpresa:
- Até que enfim, Bela Adormecida! Tirou um ronco maldito ontem, mal consegui dormir.
- Dá pra notar pelas suas olheiras... Ittai! Meu corpo... –Basil se dirigiu ao lago (aquele que Datsou deu banho nele) para ver seu reflexo – Continuo tigre. Mas e o sangue pelo meu corpo?
-Não quero falar sobre isso - Datsou fez careta e sacudiu a cabeça. Zutch logo se aproximou:
- Que alívio você estar acordado. Eu sou Zutch e este tigre de franjinha é o Datsou.
- Prazer em conhecê-los... Meu corpo está muito dolororido. Principalmente a cabeça.
- Você precisa descansar um pouco mais. Isso foi o Dark Soul, sem dúvida. Mas não será moleza para sempre, você receberá treinamento para futuras batalhas.
- Voltarei a forma humana?
- Sim. Mas só se lutar com o coração.
- Eu... Lutarei. Prometo! Mas que batalhas serão essas?
- Vai ter de lutar contra o líder do clã Ryuu, o clã que originou os Dark Souls. Ele se chama Philgrim, é uma raposa de 3 caudas e na verdade ele é bem mais forte por ser um Dark Angel.
- D-Dark Angel? Como assim?
- É um demônio com capacidade de voar, poder 5 vezes maior que o de um Dark Soul e que desenvolve um poder especial fundindo seu atributo com outro. O poder especial de Philgrim é Demon’s Eye, fusão de fogo com luz.
- Entendo. Mas é só uma batalha, então.
- Não. O Dark Soul que está em você pode te desafiar, custando sua vida.
- Cuidado, Basil. Você não tem noção de como minhas lutas foram difíceis... – disse Datsou, lembrando involuntariamente de suas batalhas – Enfim... Consegue se levantar?
Basil tentou se levantar, mas logo caiu:
- Aitta! – tentou novamente e conseguiu ficar em pé, porém trêmulo. Logo cairia de novo. Datsou suspirou:
- Está com fome?
- Agora que falou... – Basil foi interrompido pelo seu estômago, que roncou com ferocidade.
- Está respondido. Zutch e eu vamos caçar, consegue nos acompanhar?
- A-acho que sim...
 Não se preocupe, se você não conseguir andar, te ajudaremos. – Zutch deu confiança, Basil olhou desmotivado para Datsou e este acenou com a cabeça, sorrindo:
- Então vamos! – disse Basil firmemente.
Enquanto Zutch, Basil e Datsou caçavam, Philgrim e Tazuya ainda conversavam sobre Kaddy, que os atrapalhavam:
- Seu filho é muito esquentado, já falou com ele? – pergunta Tazuya, que estava sentado observando Philgrim andando de um lado para outro impaciente.
- Já, mas ele deve estar tramando algo, tenho certeza! Ele me dá muita dor de cabeça.
- Você vai... “Tirá-lo do caminho”?
- Não. Agora não, acalme-se, meu plano tem que dar certo...
- Eu estou calmo, mas você...
- Ah, dane-se! – disse Philgrim, com voz grosseira e irritada.
- Se não pensar em outro plano, eu também vou me dar mal, Phil. Pensarei em um plano B, eu garanto.
- Garante o fracasso, isso sim! Ano passado, confiei nos seus planos para pegarmos o Datsou, LEMBRA?! Deu mais errado do que eu podia imaginar.
- Eu amadureci, Phil... Você não sabe o quanto- afirmou Tazuya com firmeza.
- Há, duvido. De qualquer forma, eu tenho o poder supremo do clã Ryuu, estou preparado para qualquer coisa! – disse Philgrim fitando Tazuya friamente – Mas por que tocar nesse assunto outra vez, Tazuya?
- Sinceramente, eu... Queria muito matar o Kaddy, mas preciso de seu consentimento.
- Mas ele é meu filho, ele merece esta última chance pelas coisas que fiz a ele. – Phil olhou para o céu e sussurrou – Saphire, eu faço isso por você, meu anjo.
- Anjo...? Ah, acho que Saphire era uma Walker Angel, não era?
- Ela era sim... Um flashback veio de repente à mente de Philgrim. Estava ele e Saphire, lado a lado, bem juntos um do outro, Saphire com a cabeça encostada sobre o ombro de Philgrim, ambos admirando o pôr-do-sol mais bonito que existiu. Apaixonados, Saphire desencostou do ombro dele e permaneceu a fitá-lo demonstrando todo o seu amor por ele, com um sorriso meigo de canto, ela sussurrou no ouvido dele: Te quero ao meio lado para a eternidade. Philgrim não aguentou segurar a lágrima, sequer ele se importou com a presença de Tazuya, então ela escorreu devagar e suavemente pelo seu rosto:
- Eu fui muito bom para ela, mas os nossos filhos lhe custaram a vida, tanto é que de Walker Angel, ela se transformou em Winged Angel e se foi.
- Ah tá. Walker Angel só não sabe voar, a diferença dele pro Winged Angel é essa?
- Sim. Divine Angel tem o poder  50 vezes maior e pode criar 5 poderes especiais. Sorte nossa que a Divine Dimension concordou em nos deixar vivos, mas sem causar morte e ssofrimento àqueles que merecem o Paraíso... Somos prejudicados demais por isso, pois é difícil saber quais humanos são bons.
- Eu sei, eu sei! Temos que mudar isso logo... Os outros estão ociosos?
- Não, estão trabalhando em um plano em que todos os demônios espalhados pelo mundo estão ajudando. Nossa parte já foi feita. Agora é só esperar...
Continua...


quinta-feira, 9 de junho de 2011

NOVO CAPÍTULO

GLORIFICA CHESSUS, GLORIFIIIIICAAAAAAA. Há muito tempo que esse capítulo 4 tá pronto e eu sempre esqueço de postar. Sorry sorry ~8) Ele é curto, na verdade, mas dá pro gasto -q
Aí está ele :**
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Dark Soul - Capítulo IV ~ Dead Fox

Dany chorava inconsoladamente, enquanto que Philgrim se aproximava dela com um olhar frio e furioso, mas ao mesmo tempo cauteloso. Quando estava a uma distância perfeita para atacá-la, Dany se virou e disse:
- V-vai embora! Você jamais me entenderia... Deixe-me em paz.
- Já chega! Esse seu teatrinho foi ridículo, e muito vergonhoso! Você pra mim só faz atrapalhar, talvez eu não te ame mais. -Philgrim não sabia o que dizer, então ele continuava a se aproximar aos poucos de Dany, mostrando os dentes e em posição de ataque.
- Você já me amou então?!? Quando?!?
- Você... É jovem demais pra entender.
-Não pai, eu não sou! O que ainda faz aqui? Só está falando besteiras e me magoando mais!- Dany virou as costas para Philgrim e neste exato momento, ele avançou no pescoço de Dany, atirando-os ao lago. O lago era um tanto fundo, então Philgrim não soltou o pescoço de Dany nem por um segundo, fazendo-a ficar sem ar e quando ele notou que Dany estava inconsciente e sem forças para retornar à superfície, Philgrim mordeu as patas traseiras de Dany com uma incrível força, fazendo os ossos quebrarem e depois ele retornou à superfície. Philgrim se sacudiu para secar o corpo e esperou que Dany retornasse à superfície durante uma hora e meia, mas ela não retornou. Philgrim estava certo de que Dany estava morta, pois os Dark Souls são incapazes de passarem todo este tempo debaixo d'água, então ele foi atrás de Kaddy.
Datsou continuava ao lado de Basil, que ainda estava inconsciente e Zutch também estava perto. Datsou perguntou:
- Quanto tempo mais esse cara vai dormir, hein? Estou começando a me preocupar... À propósito, como raios Basil conseguiu sair do mundo humano e entrar na Dark Dimension tão facilmente?
- Sabe, quando os Dark Souls surgiram, a família principal criou um portal para terem acesso ao mundo humano facilmente. No caso, o portal fica no Lago Sadness, que foi onde você o achou. O Dark Soul do corpo dele foi capaz de abrir o portal e transportá-lo para esta dimensão. Foi o mesmo que te aconteceu, Datsou.
- Mas os outros clãs também fizeram outros portais? Até porque seria preocupante.
- Até agora, existe só este portal, mas estaremos encrencados se existir portais em cada continente da Terra. Vai ser o Apocalipse! Não quero nem pensar.
- Minha nossa... Melhor deixar quieto mesmo. Mas o que será que Kaddy está tramando?
- É justamente o que quero descobrir...
Kaddy ainda emanava fogo pelo seu corpo, que era a sua aura em fúria, correndo pela floresta Walker velozmente, pois sentia que algo aconteceu à Dany, e ao chegar ao lago Black Aure, encontrou-a morta. Philgrim foi capaz de segui-lo e um tempo depois, o alcançou:
- Dá para ficar quieto? Que coisa, Kaddy!
- Ficar quieto?! Olha o que você fez! Ela não podia ser um Dark Soul como todos nós, mas devia tê-la aceito como era! Eu... – antes que Kaddy terminasse de falar, ele abaixou a cabeça e respirou fundo, e finalmente o fogo de sua aura se desfez. Ele se pôs em posição de ataque, mas hesitou e então Philgrim o olhou friamente e com desprezo e disse:
- Como você é sentimental, garoto. E não ouse me atacar, sabe que sou mais forte! – no mesmo momento, Philgrim usou suas caudas e as chocou contra Kaddy com toda força, fazendo-o cair bruscamente sobre o chão, deixando uma cratera. Kaddy até pensou em se levantar, mas ele sentiu-se incapaz e enfraquecido pelas lembranças boas de sua irmã que tomaram sua mente por completo, permaneceu como estava e começou a chorar. Philgrim o desprezou, andando pela floresta Walker em direção ao bando e falou:
- Ingênuo. Você é um ingênuo e eu vou acabar com isso!
Algum tempo depois, Philgrim chega ao bando com expressão facial alterada, como se estivesse com raiva, mas nervoso ao mesmo tempo. Até que Tazuya, uma raposa da mesma estatura de Kaddy, com pelagem branca e detalhes marrons nas orelhas e na cauda se aproximou de Philgrim e perguntou:
- E então, se livrou deles?
- Fale mais baixo! –diz Philgrim sussurrando- Bem, eu só consegui me livrar de um deles... E ele não vai participar do plano, porque já me estressei demais com ele.
- Menos um está ótimo, não é mesmo chefe? –disse Tazuya com um sorriso malicioso.

Continua...

segunda-feira, 7 de março de 2011

Foto: Scott Rytte


Finalmente, uma foto do Scott Rytte \o/
Toda vez eu esqueço de postar a foto dele -q
Comentem :**